PETROBRAS fora de controle: Mesmo com a inflação galopante, gestão da Petrobrás aumenta de novo a gasolina e o gás de cozinha

Petrobras sobe pela 8ª vez preço do gás de cozinha. Rio de Janeiro, Dani Dacorso/FUP

FUP

Outubro, 2021 = Só no governo Bolsonaro, a gasolina já subiu 93% nas refinarias, o gás de cozinha aumentou 100,5% e o diesel, 66,1%. Os reajustes abusivos de combustíveis que são essenciais para a vida das famílias brasileiras e a economia do país é um tapa na cara da sociedade, que sofre com a desindustrialização, o desemprego e o aumento da fome.

Manaus, Sindipetro AM/CMP

O governo Bolsonaro, através da gestão do general Joaquim Silva e Luna, autorizou mais um reajuste da gasolina e do GLP (gás de cozinha) nas refinarias da Petrobrás. O aumento de 7,2% foi anunciado nesta sexta-feira, 08, logo após o IBGE divulgar mais uma alta da inflação, pressionada, sobretudo, pelo preço abusivo dos combustíveis. Na semana passada, a gestão

Só no governo Bolsonaro, a gasolina já subiu 93% nas refinarias, o gás de cozinha aumentou 100,5% e o diesel, 66,1%, segundo levantamento da subseção Dieese da FUP.

Quando a gasolina e o diesel sobem, o custo de vida dispara, em função dos efeitos em cascata dos reajustes, que impactam diversos custos de produção, transportes e o preço dos alimentos.

No caso do botijão de gás, chega a ser desumano manter uma política de preços referenciada em custos de importação, que obriga o consumidor a pagar em dólar por um produto de primeira necessidade, quando o Brasil é autossuficiente na produção de petróleo e tem refinarias com plena capacidade de garantir o abastecimento da população, com preços justos.

“Por causa dessa política de preço absurda, que o governo Bolsonaro mantém na Petrobrás, tem gente usando lenha e até álcool para cozinhar, tem gente morrendo queimada por causa disso. Os reajustes descontrolados de combustíveis que são essenciais para a vida das famílias brasileiras e a economia do país é um tapa na cara da sociedade, que sofre com a desindustrialização, o desemprego e o aumento da fome. O povo não aguenta mais entrar em fila para comprar ossos e resto de arroz e feijão, restos que antes eram descartados e agora se tornaram a única fonte de alimentação de muita gente neste país”, explica o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar.

Fonte: FUP

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