Indústria de materiais tem bons resultados em agosto e mantém tendência de crescimento no ano

Associação segue com projeção de crescimento de 8% para este ano

Segue aquecido o mercado de material de construção em agosto/21. Foto: JCC

Setembro de 2021 – A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga nesta segunda-feira, 13, a nova edição da pesquisa do Índice (anexo ao final do release), produzida pelo FGV-IBRE, com os dados projetados do faturamento da indústria de materiais de construção em agosto. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a pesquisa aponta para uma alta de 4,8% no faturamento deflacionado do setor. Com esse resultado, o crescimento acumulado da indústria de materiais chega ao oitavo mês do ano com alta de 18,8% na comparação com o mesmo período de 2020. Os dados apresentados pela pesquisa contribuem para a manutenção da estimativa de crescimento de 8% neste ano. ,

A pesquisa do índice de agosto aponta crescimento de 0,8% no faturamento deflacionado do setor em relação a julho. No acumulado em 12 meses, o crescimento registrado pela indústria de materiais de construção é de 16,7%. A desaceleração dos resultados apresentados já era esperada e a estimativa de crescimento para 2021 é fundamentada na metodologia adotada pelo FGV-IBRE na elaboração do indicador.

“A indústria de materiais de construção segue demonstrando sinais de recuperação em agosto, nos dando ainda mais confiança na projeção de 8% de crescimento no faturamento neste ano. Vale ressaltar que a partir de junho do ano passado, a produção industrial já registrava recuperação, com a retomada gradual das atividades econômicas, e por isso o crescimento relativo tende a diminuir nos próximos meses. Ainda assim, o avanço da vacinação, a flexibilização das atividades em diversos Estados e a continuidade de um varejo e mercado imobiliário aquecidos trazem boas perspectivas ao crescimento do setor desde o segundo trimestre de 2020. Seguimos atuando proativamente junto aos nossos interlocutores, atentos e cautelosos com as potenciais consequências de alterações conjunturais decorrentes das diversas externalidades que permeiam o cenário econômico atual”, destaca Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT.

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